Mas voltando à pergunta: o que esta em causa é tratar de criminosa a mulher que decida fazer um aborto. Fazer ou nao fazer so depende de cada um, " so quem esta no convento é que sabe o que la vai dentro". Como tudo, é preciso apostar na educaçao. Na minha opiniao o aborto é para ser usado em situaçoes extremas. Nao sei se o faria, se engravidasse agora, nao o faria certamente. Mesmo nao sendo um nascimento planeado, sinto-me com capacidades de assumir se tal me acontecesse.
Quanto aos cartazes que vemos por ai, deviao ser proibidos, tal como a publicidade enganosa.
Quem tem dinheiro vai a Espanha, a Inglaterra, a França... quem nao tem vai parar aos hospitais de urgência (o q custa bem mais caro aos contribuintes).
Vocês fazem ideia da taxa de abandono que existe nos hospitais de maes que deixam os filhos à nascença???
O que sera pior: a dor psicologica de abandonar um filho, ou de abortar com plena consciencia que nao se tem meios psicologicos e financeiros para o fazer.
E nao venham com essa de que um feto é um bébé...com poucas semanas nao é um bébé.
Entao quando tomam a pilula também estao a matar um bébé? E a pilula do dia seguinte, também é crime?
Estou a ser dura, eu sei. Isto para dizer que o tema controverso nao é a despenalizaçao, mas sim o aborto.
Nao critico quem é contra o aborto, mas defendo o SIM porque as mulheres que o têm de fazer nao podem ser vistas como criminosas.















